Cultura

Cinema queer: os clássicos imprescindíveis para começar

De Paris is Burning a Portrait of a Lady on Fire: um guia curto de cinema queer imprescindível, dos pioneiros aos que chegaram ao grande público.

Por Equipo FEL!ZA1 min de leitura

O cinema queer tem décadas de história, e alguns filmes se tornaram referências obrigatórias — não só pela qualidade, mas pelo que significaram no momento em que saíram. Este é um guia curto para começar.

Os que abriram caminho

  • Paris is Burning (1990) — documentário sobre a cena ballroom de Nova York, berço do voguing e de boa parte do vocabulário queer usado hoje.
  • My Beautiful Laundrette (1985) — uma das primeiras histórias de amor gay contadas sem final trágico no cinema britânico.
  • The Watermelon Woman (1996) — dirigido por Cheryl Dunye, pioneira do cinema negro lésbico independente nos EUA.

Os que chegaram ao grande público

  • Moonlight (2016) — Oscar de Melhor Filme, a história de um garoto negro gay crescendo em Miami.
  • Carol (2015) — um romance lésbico na Nova York dos anos 50, com Cate Blanchett e Rooney Mara.
  • Call Me by Your Name (2017) — o verão e o primeiro amor entre dois homens na Itália dos anos 80.
  • Portrait of a Lady on Fire (2019) — romance lésbico na França do século XVIII, dirigido por Céline Sciamma.

Por que continuam valendo a pena

Além da trama, esses filmes documentam como mudou (e como não mudou) a forma de contar histórias LGBTIQ+ no cinema mainstream — da tragédia como único destino narrativo a histórias em que o amor queer pode simplesmente... ser uma história de amor.

Perguntas frequentes

Por onde começar se nunca vi cinema queer?

Moonlight ou Portrait of a Lady on Fire são boas portas de entrada — narrativa acessível e grande reconhecimento crítico.

Dá para ver em algum cineclube?

Na Feliza há cineclubes semanais (Sudor Tortita, Fabulosxs Desconocidxs, Magnolia, entre outros) que revezam filmes — confira a agenda.

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