Cultura

História do Orgulho LGBTIQ+: de Stonewall à Marcha na Argentina

Dos motins de 1969 em Nova York à primeira Marcha do Orgulho em Buenos Aires em 1992: um resumo curto da história do movimento LGBTIQ+.

Por Equipo FEL!ZA1 min de leitura

Todo ano, marchar no Orgulho é festa e reivindicação ao mesmo tempo — mas raramente se conta de onde vem essa tradição. Um resumo curto, com os marcos mais conhecidos.

Stonewall, o ponto de partida (1969)

Em junho de 1969, uma redada policial no bar Stonewall Inn, em Nova York, terminou em vários dias de motins liderados pelos próprios frequentadores do bar — travestis, drag queens, lésbicas e homens gays, muitos deles pessoas racializadas e profissionais do sexo. Um ano depois, a primeira marcha comemorativa lançou as bases do que hoje é o Orgulho no mundo todo.

O Orgulho chega à Argentina

A primeira Marcha do Orgulho em Buenos Aires aconteceu em 1992, ainda em um contexto de forte estigma social. Desde então cresceu ano a ano, até se tornar uma das maiores marchas da América Latina.

Os avanços legais que vieram depois

  • 2010 — Lei do Casamento Igualitário: a Argentina foi o primeiro país da América Latina a reconhecer o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
  • 2012 — Lei de Identidade de Gênero: permite a mudança de nome e gênero no registro civil sem exigências médicas ou judiciais, uma das mais avançadas do mundo na época.

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Perguntas frequentes

Quem começou os motins de Stonewall?

Os próprios frequentadores do bar na noite da redada — incluindo travestis, drag queens e lésbicas que resistiram à prisão.

Quando acontece a Marcha do Orgulho em Buenos Aires?

Acontece todos os anos, geralmente na primeira quinzena de novembro — a data exata varia, vale confirmar perto da data.

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Av. Córdoba 3271, entre Almagro e Palermo. Quarta a domingo, 20h às 5h. Entre na comunidade e conheça gente presencialmente.